8 de dezembro de 2014

Um Tesouro inesperado



             Imagem Google                                                          
                            Estimados Leitores

Hoje trago-vos mais um resumo de uma das histórias que compõem o meu livro "Os Milagres ainda existem." O título está acima.                                                                  


                                   Sinopse


Oh! Não! Pensei com os meus botões quando a campaínha do despertador retiniu a poucos centímetros dos meus ouvidos. Não podia ser! Sabia, muito bem, que era Domingo e, por norma, deixava-me ficar na cama até mais tarde.
Sentia-me tão zangada com aquela "coisinha" minúscula de 7X7 cm, que a minha vontade imediata foi abrir a janela e jogá-la para bem longe.


Tive de conter-me e, em vez de carregar no botão para desligá-lo, tapei a cabeça e os ouvidos com o edredão e deixei-me escorregar cama abaixo. Daí a um minuto vi-me sentada no chão. Naquele momento "em estado de coma sonolento"  não fazia a mínima ideia do porquê daquele barulho ensurdecedor - que me entrava pelos tímpanos - a horas indecentes. 

Pois bem sabia que era ainda noite. A prová-lo estava o facto de bocejar a cada 5 segundos.
Levantei-me, aos tropeções e, tateando, desliguei o despertador e depois sentei-me na cama, continuando a bocejar e a esfregar os olhos. O meu marido, a meu lado, ressonava que nem uma locomotiva.

Seis horas! Mas... porque pus o despertador para esta hora? Naquele momento, sem saber, muito bem, se estava a dormir, acordada ou a sonhar, tinha uma vontade louca de deitar-me novamente. Aquele colchão quentinho estava a "chamar-me" o que era, de facto, uma tentação.

Ah! Recordei. Afinal aquele dia era muito especial! Ora! Como não me lembrei logo? Quer dizer: para mim até nem era. Mas tinha de "cumprir uma promessa" - feita ao meu marido e aos meus filhos - na véspera.

Encaminhei-me para o quarto de banho - um olho aberto outro fechado - aos ziguezagues - lá consegui acordar, com muito custo, e depois daquele duche senti-me em forma. Era hora de arregaçar as mangas e "pôr as mãos na massa."

Depois do almoço, cansada, encaminhei-me para o escritório onde havia um sofá para repousar um pouco mas, olhando uma embalagem, muito bonita, sobre a secretária, assaltou-me a curiosidade. Aproximei-me e, mirando e remirando, achei que devia ser para mim. Mas depois lembrei-me que já tinha recebido as prendas.

E, ao ver aquela embalagem com um fita vermelha que terminava num grande laço, senti que me faltava a coragem para desfazê-lo.
O que estaria lá dentro? Perguntei a mim própria. E, com este pensamento, a curiosidade assaltou-me.
Peguei nela e, qual não foi o meu espanto ao ver o que continha!
Para mim era um verdadeiro  Tesouro.

Que Tesouro? É o que irão descobrir ao longo desta história cheia de peripécias. Uma verdadeira odisseia. 
Será que tudo terminará em bem, ou será o contrário? A não perder em: "Um Tesouro inesperado."
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