21 de novembro de 2012

Estou de volta. Benvindos, de novo, ao meu Blog.



                     Imagem Google
                                Estimados Leitores           

Apesar de ter escrito um livro com 250 páginas, quando faço uma pausa de alguns dias, duas personagens que, à partida, deviam estar sempre de acordo e andar "de mãos dadas", 


iniciam uma pequena batalha que, por mais que tente, não consigo reconciliá-las. Essas personagens - traduzidas na minha pessoa - debatem-se, amiúde, com um problema existencial. 

Uma delas é extrovertida, dinâmica, otimista, tem sede de aprender e de saber. A outra, muito tímida e caladinha, pessimista por natureza, prefere ficar no seu cantinho "rosnando" quando alguém invade a sua privacidade. Porém, e apesar de tudo, é-lhe impossível ficar indiferente àquelas ideias que vão surgindo e que tenta fechar "às sete chaves" num cantinho do seu cérebro. Tarefa impossível! Inicia-se, então, uma batalha "cerebral" que só termina quando essas ideias são passadas para o papel, como se se tratasse duma escritura.

É certo que, apesar de costas voltadas, têm algo em comum: gritarem, bem alto, ao mundo, quando são objeto de injustiças ou quando essas injustiças atingem os mais fracos. E, sendo assim, vou tentando reconciliá-las, mostrando-lhes que, afinal, o que as aproxima tem mais valor do que aqueles adjetivos que as separam. No entanto, como nenhuma delas quer dar o primeiro passo, lá vou eu fazer de juiz, colocar na balança os prós e os contras, para chegar a um consenso que seja aceite por ambas as partes e sem "resmungos." E, normalmente, este estratagema tem dado resultados.

Esta pequena introdução vai ao encontro daquilo que leio assiduamente: "para aprender a escrever é necessário ler muito, ler bons autores e escrever sempre, sempre, mesmo quando a nossa imaginação nos prega partidas." E, como escrevi atrás, para recomeçar é bem difícil. Mas vou tentar fazer o meu melhor.

Pensei escrever este poste para vos pôr ao corrente do que tenciono fazer.

Como o Natal se aproxima, a passos largos, vou escrever uma história retirada do meu livro, justamente porque começa alguns meses antes e termina, precisamente, na Noite de Natal que é, por excelência, a Festa da Família. É a época da reconciliação, de esquecer ódios e conflitos, problemas mal resolvidos que, muitas vezes, põem em causa a felicidade daqueles que mais amamos.

 É certo que existem casos  em que a reconciliação é impossível, por vários motivos. Outros há em que os intervenientes perderam toda a esperança porque não há nenhuma solução para o mal que foi feito no passado. Porém, muitas vezes, essa reconciliação existe. Ela pode ser encontrada ao virar da esquina ou a milhares de quilómetros. Mas é preciso saber esperar: dias, meses, anos e até décadas. E, quando isso acontece, a felicidade não tem limites e a paz voltará àqueles corações que tanto sofreram.

Gostaria de acrescentar outro pormenor: não sei se estão ao corrente, eu criei um blog para divulgar as minhas histórias e tenho uma página no Facebook, no Twitter, no Dihitt e no Google +. Sem que eu saiba explicar porquê, alguns capítulos não estão por ordem cronológica e ninguém me sabe explicar. Para além da "Princesa Descalça", escrevi no blog duas histórias inéditas. Para quem quiser ou puder dar uma espreitadela, gostaria de acrescentar que as histórias mais recentes são as que aparecem primeiro. Com o botão esquerdo do rato terão de clicar em "Mensagens Antigas" rolando a tela para baixo até encontrarem essa página.

 Como é a primeira vez que "trabalho" com as redes sociais, não sei se conseguirei o meu objetivo.

Quanto à minha história, para mim é uma das mais belas que escrevi. Mas, é claro, a minha opinião não é válida para os outros.

Se o meu tempo livre me permitir, escreverei, diariamente, um pequeno capítulo, visto que a história é um pouco longa. Se não puder, peço imensa desculpa.

Um resto de semana muito feliz para todos e um Grande Abraço.
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